sexta-feira, 14 de março de 2008


O que posso se não é tão claro assim?!
Hoje a chuva levou a ultima esperança
Minhas dúvidas eram em tuas afirmações
Recolho-me, pois nada posso

Sinto forte a certeza que eu tenho
Mas acho que às vezes não basta
Mais uma vez procuro o mais confortável
Dou as costas para o que não
quero

Deixo o sim, para o puro, para a amizade
Coloco pontos em tudo que não tem cabimento
Deixo em pausa uma parte de minha vida
Darei o play, quando você se libertar de mim

4 comentários:

Sinto, logo penso. disse...

Deixe que a chuva faça escorregar o peso de tuas costas.
Há sempre um novo sol nos raios da manhã!
=*

sblogonoff café disse...

Coloco pontos em tudo o que não tem cabimento...
Eu gostei disso.
Mas algumas coisas são compactas e a gente deixa reticente. Parece caber, mas de repente tudo expande e o ponto final seria imperativamente necessário.
Dar as costas é seguir!

Anônimo disse...

Robeeeeeeeerta Campos Lindona!...
Eu fico lendo essas suas coisas maravilindas e.. puxa! Fico toda feliz, sabe! Porque eu compactuo com TUDO o que você diz ou escreve, canta ou compõe... e posso conviver com isso, sentimentalmente e psicologicamente! Algumas das coisas mais belas que eu já pude ler, vieram de você... e desta página. Se fossemos irmãs não nos daríamos tão bem e eu não te gostaria tanto...

Amo!

sblogonoff café disse...

Cadê você?